sábado, 14 de janeiro de 2012

1 noite em dubai!!!

olá Habibs primeira noite em Dubai após um longo Voo fomos passear em dubai. Conheci a Dubai noturna.Dubai é uma cidade muito rica, totalmente construida e contemporanea é tudo muito maravilhoso, surreal. Tudo lá é o maior do mundo kkk e eu que pensava que era em Itu hehe conheci o maior predio do mundo, vi mesquitas. Em Dubai quase não se fala arabe pois o povo khalige mesmo o povo da terra somente são donos das terras mas o trabalho é feito por indianos. Tem muito indianos em lojas, taxi então a comunicação acontece em ingles pois eles nao sabem falar arabe mas tambem o ingles é pessimo kkkk então um pouco dificil. E eu que fiz um intensivao de aula de arabe estou usando mais o ingles. Os homens Khaliges usam tunica branca, o lenço na cabeça e uma sandalia tudo igual.São homens de muito dinheiro, conheci as casas do povo khalige é literalmente o tamanho de um condominio fechado para cada casa. Ahh em Dubai pode andar tranquilamente pois a Lei é severa roubou perde a mão.Voce pode andar tranquilamente. Conversando com o Samer um querido amigo musico que esta morando em Dubai ele me explicou muita coisa.Dubai é otimo para morar mas tem que andar na linha qualquer coisa que se faça de errado a pessoa é mandada para fora do pais no dia mesmo sem direito a nada. No transito tambem não se passa em farol vermelho, ninguem buzina,os taxis não podem parar em qualquer lugar,tudo émuito correto.As mulheres dos homens Khaliges usam burcas pretas e lenço preto tambem. Mas há tambem mulheres que usam roupa normal ate vestidos colados e curtos mas com o lenço. E engraçado.Bom logo mais dou noticias!!! A foto é do restaurante zaatar muito gostoso.Comida arabe fast food!!!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Dubai!!!

Foto no aeroporto de guarulhos rumo a Dubai!!! Sim estou aqui, e muitooo feliz é maravilhoso um colirio para os olhos. Vou tentar me comunicar sempre mas aqui não é muito facil. Desde o primeiro dia já nfoi divertido.Sim uma filan imensa e aquela confusão com o povo arabe kkk 14 horas de voo, claro minhas amigas loiras foram paradas pela anfandega pois achavam que elas eram russas abriram tudo que tinha direitooo.Bom to indo pois aqui ja são 4 da manha. Ila liká rsrs

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Feliz Ano Novo!!!

1 de janeiro de 2012!!! Primeiro dia do ano, dia em que todas as pessoas do mundo estão em busca de um ano melhor, em busca de paz,por isso é denominado o dia mundial da Paz. Inicio de uma nova Era, sim 2011 foi muito conturbado, um ano agitado, rápido.Sinto que 2012 será tranquilo, um período de renovação. Fui em busca de esclarecimentos para ver se o que eu senti era correto ao ano de 2011.Independente da crença de cada um, eu ouvi um argumento que que foi o que mais me convenceu. O ano de 2011 para os espiritas umbandistas foi o ano de iansã, orixá da rapidez velocidade e neste ano de 2012 sera regido por oxala e oxum.Oxalá vem trazendo paz e a promessa de novos tempos, uma grande limpeza na Terra e novos caminhos e seres surgindo um mundo novo sem dúvida o começo de uma nova era, de mais paz e consciência da percepção de valores humanos e do cuidado e amor a humanidade.Gostei bastante dessa historinha do orixas é bem bonito para o primeiro dia do ano. Bom na verdade o meu desejo é que o bem prevaleça sempre, bondade e paz no coração de todas as pessoas

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

"O encontro da amiga de infância"

Olá povo estou em recife e hoje vou postar uma histórinha para vcs rsrs:

A Bailarina estava no shopping acompanhada de sua mãe e resolveram comer no Mc Donald´s quando estavam na fila encontram a amiga de infãncia da bailarina conversa vai conversa vem, colocam as noticias em dia de quem casou, quem separou, quem teve filho, quem ainda tem contato com quem e a mae da bailarina diz: - Filha vai pegar uma mesa enquanto eu compro. As amigas se despedem e quando a bailarina sai a amiga de infância diz: - Nossaaaaaaa como ela emagreceu. A mãe já responde na lata:- Para bailarina ela esta ótima com o corpo que toda mulher queria ter rsrs. Moral da história: Pô até amiga de infãncia fala por trás kkkk.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Votem!!!

http://www.kmdois.com.br/festivalshimmie/?regiao=sudeste_1


Começou hoje a votação para o festival nacional Shimmie votem grupo el fareda nas seguintes categorias:
Solo amadora : Katiane Moretto e Katia Marcilio
Solo profissional Mica Feitosa
Solo juvenil Aline Grandi
Dupla Clássica : Katia e Aline Grandi e Katiane e Aline
Grupo Moderno: Grupo el Fareda

Pode votar 1 vez ao dia!!! Obrigada

terça-feira, 30 de agosto de 2011

ESCOLHA A CALMA - Palestra de Lançamento em 31 de Agosto (quarta-feira)

ESCOLHA A CALMA - Palestra de Lançamento em 31 de Agosto (quarta-feira)


Com Ken O'Donnell, Coordenador da
Org. Brahma Kumaris na América do Sul.



Horário:19h30


Local:SESC Vila Mariana

www.bkumaris.org.br/calma

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Cinecult!!!

Cine Cult - Dirty Dancing

Em 1963, Frances Houseman (Jennifer Grey), ou "Baby", como é chamada pela família, uma jovem de 17 anos, viajou com seus pais, Marjorie (Kelly Bishop) e Jake Houseman (Jerry Orbach) e sua irmã Lisa (Jane Brucker) para um resort em Catskills. Ao contrário de Lisa, que pensa em roupas, Frances é idealista e quer estar no próximo verão no Corpo da Paz estudando a economia dos países do Terceiro Mundo. Assim, ela espera que este seja o último verão como uma adolescente despreocupada, mas Baby não se dá muito bem com sua irmã mais velha e está entediada em tentar distrair os hospedes mais velhos (foi envolvida nesta situação por seu pai). Até que numa noite Baby ouve algo que parece ser um som de festa no alojamento dos funcionários (que os hospedes não podem ter acesso). Ela consegue entrar na festa graças a um empregado e descobre que ali o pessoal realmente se diverte com danças, que Max Kellerman (Jack Weston), o dono do hotel, não permite. Baby chega a dançar com Johnny Castle (Patrick Swayze), um professor de dança, e logo fica apaixonada por ele. Quando Penny Johnson (Cynthia Rhodes), a parceira de dança de Johnny, fica grávida por ter se envolvido com Robbie Gould (Max Cantor), um dos garçons, Baby se oferece para aprender a dançar e substituir Penny, mas o pai de Baby, quando descobre, não gosta disto, pois considera que Johnny é de outra classe social e Baby é jovem demais para entender seus sentimentos.

O Cine Cult partiu da idéia em analisar os filmes e estabelecer parametros e relações com a arte em geral, propor debates, indagar, provocar a curiosidade de quem assiste.
. Dia 26/08 às 19h00
Taxa de participação: R$ 10,00 ou 25 Shivinhas + R$ 5,00 Faça sua inscrição!
Vagas limitadas.




quinta-feira, 7 de julho de 2011

Movimentos Básicos com a Espada!!!

Sinopse: Dançar com este instrumento requer destreza, equilíbrio e muita graciosidade. Aprenda os principais movimentos utilizados nesta dança, deslocamentos e equilíbrios. Obs.: Necessário trazer a espada.

Professor: Dana
Nível: Todos
Número de Vagas: 20
Modalidade: Danças Árabes
Carga Horária: 2h
Investimento: R$ 64,00 para não alunos do ShivaNataraj Dia Semana Início Final Sala
07/07 QUI 15h00 17h00 Escaravelho

quarta-feira, 6 de julho de 2011

domingo, 3 de julho de 2011

TCC- Espada

Tema: Raks Al Saif = Dança da Espada

TCC
Trabalho de Conclusão de Curso Por: Mica Feitosa





Nome original:
Raks Al Saif

No Brasil :
Dança da Espada

Sua origem não é indistinta e não necessariamente atribuída á cultura egípcia ou árabe, sendo explicada por várias lendas e suposições.

Agora veremos algumas das
“Possíveis” suposições referente a historicidade da Dança da Espada.
Uma delas; diz ser uma dança em homenagem à Deusa Neit, uma Deusa Guerreira. Ela simbolizava a destruição dos inimigos e a abertura dos caminhos.
Outra, diz que na antigüidade as mulheres roubavam as espadas dos guardiões do rei para dançar, com o intuito de mostrar que a espada era muito mais útil na dança do que parada em suas cinturas ou fazendo mortos e feridos.
Mais uma conta que na época, quando um rei achava que tinha muitos escravos, dava a cada um uma espada para equilibrar na cabeça e dançar com ela. Assim, deveriam provar que tinham muitas habilidades. Do contrário, o rei mandaria matá-lo.
Outra história remete à época de guerra entre turcos e gregos. Os otomanos teriam contratado algumas bailarinas para levarem vinho e dançarem para os soldados inimigos. Quando estivessem embriagados, elas deviam pegar suas espadas e outras armas para dançar, facilitando o ataque.
Outra lenda, diz que grupos de beduínos atacavam viajantes que passassem perto de seus territórios, no deserto, durante a noite, para roubar as mercadorias que transportavam. Os mercadores eram mortos e as mulheres beduínas ficavam com suas espadas. Para comemorar a vitória da tribo, elas dançavam exibindo-as como troféus.
Mais uma história era que havia um tempo no egito em que as dançarinas eram vendidas como escravas nas cortes ou como propriedades dos ricos. Costumavam dançar com espadas em batalhas. Não simulavam lutar nem disputar, mas delicadamente essas espadas usadas em batalhas eram equilibradas na cabeça dançando destemidas, expressando-se livremente com a espada. O lema dessas mulheres era “Você controla minha vida, segura a espada sobre minha cabeça, mas não controla meu espírito."
Outra origem, que remete ás guerras entre Gregos e Turcos. Os Otamanos levam mulheres para os campos de batalha e elas dançavam com as espadas dos soldados do exército inimigo. Os homens ficavam extasiados, seduzidos e desarmados, assim o terreno estava preparado para ataques surpresos.
Em outra versão, a dança tem sua origem no Arjã, uma dança que era executada somente por homens, no qual o homem mais velho da aldeia dançava com a espada e com ela golpeava um prato de metal, como sinal de vitória sobre os inimigos. O arjã é o estilo conhecido como folclórico.
Não há nenhuma dança difundida no Oriente Médio que envolve o equilibrio de uma espada na cabeça da dançarina. A evidência histórica basica que levou as dançarinas modernas a tratar a espada como um suporte folclórico vem de uma pintura do artista Orientalista chamado Gerome, datada do século 19. Esta pintura inspirou muitas dançarinas modernas na Europa, Austrália, Nova Zelândia e América do Norte a equilibrar espadas nas suas cabeças, mas não é uma coisa comum de ser feita por dançarinas do Egito, Turquia, Líbano, ou outras partes do Oriente Médio.
Os investigadores da dança do ventre não puderam achar documentos confirmando esta prática. Há uma dança entre homens egípcios que envolve a espada ao longo da dança, executando movimentos marciais com a mesma. Mas em nenhum momento ao executar esta dança, os homens equilibram a espada nas suas cabeças (ou em qualquer outro lugar).
O certo é que, nesta dança, a bailarina deve saber equilibrar com graça a espada no corpo.É importante também escolher a música certa, que deve transmitir um certo mistério. Jamais se dançaria um solo de Derbak com a espada.
A dança da espada reflete toda alma de luta do povo árabe, sua disputa e dedicação pela terra amada.

É um número muito apreciado, onde a bailarina apresenta habilidades ao equilibrar a espada em diferentes pontos do corpo.
Dançar com a espada permite equilíbrio e domínio interior das forças densas e agressivas.
O certo é que, a apresentação da bailarina com a espada, exige equilíbrio e habilidade em conjunto com os movimentos realizados graciosamente.
A origem da espada tende a ser atribuído com certa leveza para povos orientais, mais especificamente os da influência Islâmica.
Raks Al Saif,
Dança da Espada ou
Dança da Cimitarra

A espada da dança é a Cimitarra, uma espada bem curva, de origem turca.
O que é certo, porém, é que a bailarina que deseja dançar com a espada, precisa demonstrar calma e confiança ao equilibrá-la em diversas partes do corpo.
Pontos de equilíbrio mais comuns são: cabeça, queixo, ombro, quadril e coxa;
Também é considerado um sinal de técnica executar movimentos de solo durante a música.
A princípio parece óbvio associar esta dança à batalha, violência e emoções fortes, uma vez que o objeto central é um instrumento de luta; uma arma. O desenvolvimento da dança da espada, porém, não exprime tal simbologia. Ao ser transferido para mãos femininas em manifestações corporais a espada adquiriu simultaneamente algumas características:
a) Força: a interpretação é direcionada para o aspecto de vigor, resistência energética e não de brutalidade;
b) Domínio: é traduzido através dos trabalhos de equilíbrio e acrobáticos que requerem racionalidade, habilidade e serenidade, alcance do perfeito equilíbrio entre corpo e mente;
c) Desafio: em nenhum momento do desenvolvimento desta dança encontra-se evoluções que lembrem o desafio para um duelo no sentido de luta. Os desafios são da própria bailarina, ou seja, dela superar seus limites pessoais. Podem ocorrer desafios entre bailarinas em uma apresentação, a qual artisticamente, uma tenta demonstrar suas habilidades em relação a outra e vice-versa.
d) Controle: não há demonstração de fortes emoções como ocorre na dança do punhal. Durante todo o tempo é necessário transmitir total controle, elegância e suavidade sobre a espada/cimitarra.

Sobre a Música:
Não existe um ritmo específico, contudo, o mais apropriado é o Whada wo noz. Em geral não utilizamos músicas cantada, somente instrumentais (não é uma regra).
Solos de Derbak não são apropriados, a não ser os breves, momentos de solos durante a música.
O estilo apropriado para desenvolver a dança da espada é o Clássico.

Execução e Técnica:

Os trabalhos com a espada certamente são os de equilíbrio que dão um charme a mais nesta dança.
Procure criar um ambiente propício para a exibição da espada, despertando a curiosidade de quem assiste ao show. Apresente a espada ao público como um mágico ou um trapezista fazem na introdução de seus shows.
Não se esqueça da evolução, ou seja, não fique presa somente aos equilíbrios, combine com movimentos pertinentes à música.
Transmita às pessoas que é muito simples trabalhar com a espada.
Os equilíbrios e sustentações podem ser realizados nos seguintes pontos tradicionais:
Cabeça;
Ombro;
Busto;
Quadril;
Estômago (cambrées);
Cambrée de solo equilibrando no ventre.
Coxa,
Antebraço;
Mãos.
A bailarina pode estudar outros pontos no corpo para desenvolver equilíbrio com a espada.

Procure utilizar trajes que possibilitem o desenvolvimento da dança, como por exemplo, calças, caso pense em criar uma coreografia que necessite movimentação de pernas altas.

Tradicionalmente a vestimenta para esta dança é o traje clássico, geralmente com saia ou bombacha (calça estilo “Jeanie é um gênio”).
Cabelos: preferencialmente pelo rabo de cavalo, trança ou faixas no cabelo para que fios próximos ao rosto não caiam sobre os olhos desconcentrando e atrapalhando sua movimentação claro que essa idéia varia de acordo com a idéia proposta pela bailarina.

Possíveis Características da Espada:

Comprimento total: 89,5 cm
Peso: Modelo Tradicional - 820 gramas /
Modelo Nova - 840 gramas
Lâmina em Aço Inox
Leve
Com o melhor equilíbrio (isso varia de pessoa para pessoa)
Capa protetora para transporte

Elas são feitas especialmente para serem equilibradas, e não possuem gume para impossibilitar o corte. Você ainda vai encontrar espadas com estilos e pesos bem diferentes por aí.

Considerações dos estudos da
Dança da Espada.

Provavelmente você vai se sentir bem "zen", calma, tranqüila, quando estiver dançando com uma espada diante do público. Mas lembre-se de que as pessoas não sabem que a coisa na verdade é bem fácil.
Então, mesmo que você consiga colocar a espada sobre a cabeça em 3 milésimos de segundo e iniciar uma seqüência de passos logo depois, tente fazer algo mais do que isso. Você precisa criar uma atmosfera de mistério no público. Entre fazendo poses com a espada. Faça movimentos lentos e precisos, imitando uma guerreira (uma guerreira um tanto graciosa). Arraste a espada e faça o público se perguntar como você vai fazer para conseguir levantá-la.
Quando chegar a hora de colocar a espada sobre a cabeça, faça tudo lentamente. Tudo tem que ser feito dessa maneira para que todos entendam a particularidade dessa modalidade e assim que a espada estiver devidamente equilibrada, dê uma pausa... Crie certo mistério! A dança do ventre com espada pode realmente hipnotizar o público se você fizer uma dança bem feita!
Dê valor aos seus estudos, dedicação e principalmente ao seu trabalho diferenciado!
Importante!
Equilibrar uma espada na cabeça, ou em qualquer parte do corpo, pode ser um pouco doloroso no início. Se você não estiver acostumada, pode sentir um incômodo por causa da fricção e da pressão da espada sobre o local. Então, não exagere, faça algumas pausas no seu ensaio, alterne a parte do corpo em que você equilibra a espada, até se sentir mais confortável.

Considerações finais por:
Mica Feitosa

Não só na Dança do Ventre, mas em qualquer situação de apresentação o fato é que a base de Tudo é imutavelmente o estudo e o treino! Não existe uma verdadeira bailarina se não houver o embasamento necessário e o amor pela profissão afim de que sua performance seja seguramente correta e apreciavelmente inesquecível. A limpeza de movimentos e o conhecimento das origens ainda é a melhor maneira de ser uma profissional respeitada e admirada!
Mica Feitosa El Fareda

Bibliografia:

*http://www.centraldancadoventre.com.br/a-danca-do-ventre/a-danca-do-ventre-modalidades/14-danca-da-espada
*http://bagdadancadoventre.com/index_arquivos/Page873.htm
*http://dunyacomar.vilabol.uol.com.br/Dancaflocorica.htm
*http://www.business-with-turkey.com/guia-turismo/danca_ventre_turquia1.shtml
*http://www.conexaodanca.art.br/imagens/textos/artigos/O%20que%20%E9%20Dan%E7a%20do%20Ventre.htm
*http://pequenapaty.wordpress.com/2009/03/26/arte-da-danca-do-ventre-e-sua-historia/
*http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/mulher-danca-do-ventre/danca-do-ventre-11.php
*http://www.espadano.com/espada/espada.htm
*http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/mulher-danca-do-ventre/danca-do-ventre-11.php
*http://evolucaodoser.hd1.com.br/index_arquivos/11.htm
*http://evolucaodoser.hd1.com.br/index_arquivos/11.htm
*http://dianibianchi.blogspot.com/2010_03_01_archive.html

sábado, 2 de julho de 2011

Estudo de Clássicas com Véu

Sinopse: Nesta aula abordaremos como usar diferentes tipos de movimentos com véus, ajudando na entrada em cena, nas músicas clássicas

Professor: Dana
Nível: Todos
Número de Vagas: 25
Modalidade: Danças Árabes
Carga Horária: 5h
Investimento: R$ 160,00 para não alunos do ShivaNataraj
05/07 TER 17h00 22h00

terça-feira, 28 de junho de 2011

Cinecult 01/07

Cine Cult com Dana El Fareda

O Cine Cult partiu da idéia em analisar os filmes e estabelecer parametros e relações com a arte em geral, propor debates, indagar, provocar a curiosidade de quem assiste.

Dia 01/07 - Sexta-Feira
das 19h00 às 22h00
*duas vagas disponíveis para troca

All That Jazz (1979) é um filme musical americano dirigido por Bob Fosse. Com o roteiro de Robert Alan Aurthur e Fosse é um semi-autobiográfico, uma fantasia baseada na vida e na carreira do bailarino, coreógrafo e diretor.
Nesta parte cinematográfica e musical, o diretor/coreógrafo Bob Fosse toma um olhar para a vida impulsionada pelo entretenimento. Joe Gideon (Roy Scheider, interpretando Fosse) que tem sérios problemas com drogas, álcool e fidelidade, também no filme está a ex-mulher Audrey (Leland Palmer), a constante namorada Kate (Ann Reinking), uma filha, e várias conquistas.
O estilo Fosse com movimentos realistas de números de dança extravagantes e de fantasias cinematográficas, como Joe, fala sobre a sua vida, sua mulher, e sua morte.
Críticos elogiaram Fosse na ousadia, e no enquanto Scheider foi louvado pelo melhor desempenho de sua carreira.
Seu lançamento foi em 20/12/79 e foi vencedor de 4 Oscars.



quarta-feira, 22 de junho de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

Curso Profissionalizante!!!

Curso Profissionalizante: 5 Módulos - 1 vez por mês - 3hs de aula

Quarta: das 19hs 22hs - datas: 10/08 - 14/09- 12/10- 09/11- 14/12
ou
Domingo: das 14as 17hs - datas: 14/08- 11/09- 09/10-13/11- 11/12

Valor: R$ 500,00 divididos em 5 cheques
Máximo de 12 alunas por Módulo
Local: Templo Denderah Art Studio
Rua Juaracê n.23 – Vila Mariana – São Paulo
Profª Dana El Fareda

domingo, 12 de junho de 2011

Espadas do oriente


Foto: Buenos Aires



Trabalho de conclusão do curso temporário de espadas.

Nome da aluna: Roseli Oltramari – 10/06/2011

Espadas do Oriente


Cimitarra Persa


A palavra samshir – literalmente “garra de leão”, palavra que deu origem a cimitarra em português –arma originária da Pérsia (atual Irã), que foi adotada pelos árabes e se espalhou por todo o mundo islâmico até o século XIV. É uma espada extremamente cortante.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.


Cimitarra Real

Exemplo de cimitarra de qualidade muito superior à média. Foi encomendada por Abbas, xá da Pérsia de 1588 a 1629 e mais tarde presenteada ao czar da Rússia. Desapareceu durante a Revolução Russa, mas reapareceu depois da II Guerra Mundial em uma coleção privada e está hoje no museu Berman, no Alabama (EUA). O punho e a bainha somam um quilo de ouro, 1.295 pequenos diamantes e 50 quilates de rubis, além de uma esmeralda de 11 quilates.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.


Cimitarra Afegã

Versão afegã da cimitarra.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.


Cimitarra Indiana

Talwar ou tulwar, cimitarra da Índia semelhante ao shamshir, mas com pomo em forma de disco.

Cimitarra Árabe


Variante árabe da cimitarra.


Cimitarra Curta

Cimitarra árabe pequena e ágil, às vezes usada em pares.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.


Cimitarra Turca


Variante turca da cimitarra, conhecida como kilij e a mais conhecida no ocidente. Semelhante ao shamshir, mas tem uma curva em ângulo, que impede que seja guardada em uma bainha fechada (esta exige uma espada reta ou com curva em forma de arco de círculo).


Saif / Seif (árabe)



Clássica espada árabe, usada desde os tempos pré-islâmicos. Os cavaleiros passaram a preferir a cimitarra até o século XIV, mas continuou a ser usada por guerreiros a pé e como símbolo de status por nobres e príncipes.


Kastane

Espada típica do Ceilão (Sri Lanka), possivelmente inspirada em espadas portuguesas do século XVI. Pelo equilíbrio e beleza da decoração, é muito usada por bailarinas em suas demonstrações de dança do ventre.



Sabre Persa

Sabre persa do século XVIII, usado para esgrima.



Fonte On-line: http://rpg_ficcao.sites.uol.com.br/Armas/Espadas09.htm


Cimitarra
Cimitarra do século XVII, proveniente da Índia.
A cimitarra (scimitar em inglês, saif em árabe, shamshir no Irã, kilij na Turquia, pulwar no Afeganistão, talwar ou tulwar na Índia e Paquistão) é uma espada de lâmina curva mais larga na extremidade livre, com gume no lado convexo, utilizada por certos povos orientais, tais como árabes, turcos e persas, especialmente pelos guerreiros muçulmanos.
É a espada mais típica do Oriente Médio e da Índia muçulmana.
Originária da Pérsia, foi adotada pelos árabes e espalhou-se por todo o mundo islâmico até o século XIV. É originalmente uma espada de cavaleiros e cameleiros: em muitos desses países, espadas retas continuaram a ser preferidas para guerreiros a pé ou para fins cerimoniais.
Comparável à katana japonesa, a cimitarra é também uma espada curva de um só gume extremamente cortante e ágil, feita com aço da melhor qualidade. e tambem usada por piratas.
Uma cimitarra típica tem de 90 cm a 1 metro de comprimento total e pesa de 1,0 kg a 1,5 kg.
Cimitarra curta
A cimitarra curta é uma variante menor e mais ágil da cimitarra, freqüentemente usada aos pares, uma em cada mão. Uma típica cimitarra curta tem em torno de 56 cm de comprimento e pesa 500 gramas.
Saif
A saif ("espada" em árabe) é a clássica espada longa árabe, usada desde os tempos pré-islâmicos. Os cavaleiros e cameleiros árabes passaram a preferir a cimitarra por volta do século XIV, mas a saif reta continuou a ser usada por guerreiros a pé e a ser o símbolo do status de nobres e príncipes. Uma típica saif tem cerca de 1 metro de comprimento total e pesa em torno de 1,2 kg.
Cimitarra de fantasia
As cimitarras reais são armas ágeis, leves e elegantes, mas, no cinema tornou-se um clichê demasiado freqüente representá-las como armas imensas, geralmente nas mãos de um corpulento guarda de harém. Réplicas de tais armas da imaginação de Hollywood costumam ter cerca de um metro de comprimento, mas pesam o triplo de uma cimitarra normal - tanto quanto uma montante (espada de dois gumes). Exigiriam as duas mãos para serem manejadas.
Fonte On-line: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cimitarra


Dança com Cimitarra
Dança com várias versões para sua origem. A primeira seria que esta dança servia para homenagear a deusa Neit, mãe de Ra, deusa da guerra, que destruía os inimigos e abria os caminhos.
Uma segunda versão conta que a dança com a cimitarra surgiu das tabernas ou casas de prostituição. Os soldados, após um dia de luta, iriam descansar nesses lugares e as mulheres da casa pegavam suas espadas e dançavam, para sua diversão. Na terceira versão, deriva do Arjã, dança milenar que só era executada por homens, geralmente os velhos das aldeias, e simbolizava a vitória sobre os inimigos e a conquista de territórios. Com o passar do tempo, as mulheres incorporaram a cimitarra, espécie de espada com a ponta recurvada, às suas danças.
Fonte On-line: http://www.kahire.com.br/artigo_6.htm
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